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O blog da Academia Itapemense de Letras é um espaço aberto à reflexão, à criação e ao diálogo com a literatura e a cultura da Costa Esmeralda.

Aqui você encontra artigos, crônicas, entrevistas, notícias, resenhas e curiosidades literárias, produzidos por membros da AIL e convidados especiais.

Acompanhe nossas publicações e conecte-se com ideias que inspiram, informam e fortalecem a cena cultural da região.

Academia Itapemense de Letras lança edital para antologia em homenagem a Rita Carolina Werner Wollinger

A Academia Itapemense de Letras (AIL) lança nesta quarta-feira (15), Dia dos Professores, o chamamento para a produção de uma antologia literária especial, a ser lançada em 2026. A publicação homenageará a professora, líder comunitária e ex-vereadora Rita Carolina Werner Wollinger, figura histórica de Itapema (SC) e membro honorária da entidade. Na reunião desta terça-feira,...

CAROL, CAROLINA

Carol, Carolina ©CARLOS HIGGIE (Do livro EU SOU AUGUSTO) Certa hora da manhã, bem cedo, melhor, as coisas adquirem sua sonoridade exata. O golpe da colherzinha no fundo do copo, de metal no vidro, é exatamente isso: o som sai diáfano e, às vezes, vibra um pouco mais no ar e chega puro nos tímpanos....

Força da terra

Eu sou fonte vivanascida e crescida neste solocom raízes esparramadasem vários lugaresem mim foram feitas muitas podaspor eu ser mulhernem todos os caminhos eu pude trilharapesar de ter muita vontade de voarmeu medo foi maiordesde menina me ensinarama desistir de sonhos sonhos estes ousados demais para mulhermeu grito é prisioneiro da terrameu solo é úmido...

Academia Itapemense de Letras lança Antologia Literária em comemoração aos 25 anos de fundação

Na noite do último dia 12 de setembro, a Academia Itapemense de Letras (AIL) celebrou em grande estilo o seu Jubileu de Prata – 25 anos de dedicação à cultura, à literatura e à preservação da memória de Itapema e de sua gente. A cerimônia, realizada em clima de emoção e confraternização, foi marcada pelo...

Abraço

No deserto dos braçosabraço o vazio da almaonde não cabe sorrisoa palavra desintegroua existência exilou-sedeu lugar ao profanoonusta pela chuva tênua.

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